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Conheça – Bruna Longobucco

Conheça um pouco mais desta talentosíssima autora brasileira!

K Romances – Você sempre quis ser escritora? O que lhe incentivou a seguir este caminho?

Bruna - O engraçado é que eu sempre quis ser advogada, ao mesmo tempo, amava ler. Comecei a escrever ainda criança, versinhos que falavam de tudo o que eu queria e sentia. Acredito que a fascinação pela Literatura abriu caminho para a inspiração e acabou se tornando um projeto de vida.

K Romances – Você teve alguma dificuldade para entrar no mercado literário? Qual foi seu primeiro livro publicado?

Bruna - Como todos que iniciam, muitas dificuldades. Primeiro, a decepção, já que não conseguia ninguém disposto a avaliar meus originais. Enviei muitos livros que voltaram intactos e cheguei a receber cartas padronizadas recusando obras de outros autores. É o tipo de atenção que o novo autor recebe, aliás, “desatenção”. Também sei que há vários fatores envolvidos, como a enorme pilha de originais para análise, a maioria com péssimo conteúdo e baixa qualidade ortográfica. Enfim, não foi fácil optar pela publicação independente, os custos são altos e a insegurança, então, nem se fala.

Meu primeiro livro publicado foi “O menino que tecia sonhos” (CBJE, 2004).

K Romances – Quantos Livros você já escreveu? Fale um pouco da sua obra.

Bruna - O primeiro livro que escrevi foi “Além das Diferenças” aos 16 anos. É um romance rural, ainda não consegui concluir sua revisão. Depois dele, vieram outros (a maior parte ainda está nos arquivos digitais, dez na fila para publicação). Apenas sete foram publicados: O menino que tecia sonhos; Além das nuvens; Luz do sol; O vale da liberdade; Um outro olhar; Sem Destino e Centúrias.

K Romances – Qual são seus autores preferidos? Você se inspira em algum para criar seus livros?

Bruna - Alguns de meus autores preferidos são: Jane Austen, Shakespeare, Judith McNaught, Roberto Drummond, Guimarães Rosa, Jostein Gaarder, Leo Buscaglia e tantos outros. Não me inspiro em nenhum especificamente, mas acredito que formamos nosso acervo intelectual a partir de tudo que lemos e aprendemos.

K Romances – Você se inspira em alguém para criar seus personagens ou eles surgiram como fruto da sua imaginação?

Bruna - Minha inspiração está em tudo o que vejo, o que sinto, o que sou, as pessoas que fazem parte de minha vida, meus animais e o meio que me cerca. Muitos dos meus personagens possuem um jeito de ser de pessoas próximas. Mas é claro que imaginação e criatividade são fundamentais.

K Romances – Dentre todos os personagens que você criou, existe algum preferido? Com qual deles você se identifica mais?

Bruna - Eu me identifico mais com Alana, personagem do romance de época “A herança”.

K Romances – O Livro Centúrias tem uma temática sobrenatural, você gosta desta temática ou foi preciso algum tipo de pesquisa para escrevê-lo? Como foi que surgiu a idéia de criar esta linda história? O que lhe inspirou?

Bruna - Gosto de temática sobrenatural, mas “Centúrias” foi um presente da inspiração. Surpresa mesmo. Nunca imaginei que fosse escrever um livro de bruxas. Confesso que foi mágico escrever este romance. Senti uma energia boa, contagiante.

K Romances – Você tem algum novo projeto em vista? Fale um pouco sobre ele.

Bruna - Estou quase terminando um outro romance sobrenatural e concluindo o terceiro capítulo do segundo “Centúrias”.

K Romances – Eu costumo ler muitos livros de autores nacionais, então sempre que converso com alguém e indico um livro de um autor nacional sempre vem a mesma pergunta: “Este livro é bom mesmo?” E mesmo eu afirmando que sim, ainda ficam desconfiados! Devido a este preconceito, a vida de autor aqui no Brasil não é fácil, porque você acha que isso acontece?

Bruna - Como sempre digo, o leitor tem resistência ao que desconhece. Não é novidade que não somos um país de forte cultura literária. Além disso, o que vem de fora é mais valorizado. Até porque o mercado editorial de lá é completamente diferente do nosso. Abre mais oportunidades. Não é fácil ser escritor no Brasil e, para os iniciantes, é tarefa árdua, principalmente se você não possui recursos e não tem quem o indique. No caso de uma publicação independente de poucos exemplares, opção do novo autor na maioria dos casos, o livro não recebe divulgação, não é distribuído, fica entre os amigos, sendo que nem metade será realmente lido. Se não é lido, não forma opiniões, daí, como fazer com que seja conhecido, ou seja, alcance o público para o qual foi escrito?

K Romances – Hoje, no Brasil, existem muitos grandes talentos como você, que não tem oportunidade nem condições para publicar seus livros, qual o conselho que você dá a estas pessoas que estão em busca de um espaço no mercado literário?

Bruna - Se você acredita no que faz, tenha fé, seja persistente, criativo, recorra à publicação virtual. Claro, aconselho cuidado com a redação e uma ótima revisão; preservar seus direitos autorais também. Divulgue entre o público indicado para o seu gênero. Leia o livro dos colegas (eu, por exemplo, adoro quando algum autor troca seu livro pelo meu, é muito bom porque a gente valoriza quem está começando, divide opiniões, experiência). Não adianta esperar que uma editora chegue até você. Se não levar seu trabalho até o leitor, ficará sempre na dúvida. E nem sempre custear uma publicação, resolve o problema. Podemos gastar rios de dinheiro suado e nosso livro ficará escondido nas prateleiras de uma livraria qualquer, já que ninguém o conhece.  

K Romances – Atualmente muitos blogs sobre literatura estão divulgando obras nacionais, através de resenhas, campanhas, entrevistas e promovendo sorteios. O que você acha desta iniciativa? Cite alguns dos blogs que você acompanha e mais gosta.

Bruna - Acho a iniciativa maravilhosa. Uma contribuição de valor para a Literatura Nacional Contemporânea. Acompanho o Romance Gracinha, K Romances, Viaje na Leitura, Nossos Romances, Libros di Amore, Supreme Romance, Open Page, Amor, mistério e sangue, Um livro no chá das cinco, Letras de Sonho, Viagem Literária, Linda e Culta, 365 livros por ano, e muitos outros blogs super especiais (preciso parar, porque minha lista ficaria enorme).

K Romances – Agora para lhe encerrar esta nossa entrevista, vamos fazer uma rapidinha, tipo ping-pong para lhe conhecer melhor.

Estilo... Indefinido

Um Lugar... Mato

Amor... Tudo

Paixão... Literatura

Sorte... Existir

Sonho... Levar meus livros até os leitores

Inspiração... Natureza

Um Filme... E o vento levou

Uma Música... Para Elisa, Ludwig van Beethoven

Algo ruim... Indiferença

Saudade... De quem já perdi

Uma Palavra... Fé

Uma Frase...

“Não há nada sob a vista do céu, que não se perca num limite restrito”. William Shakespeare.

Muito Obrigada Bruna por ter gentilmente nos cedido esta entrevista.

Parabéns pelo seu trabalho.

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Conheça – Aline Negossseki Texeira

Conheça um pouco mais desta talentosíssima autora brasileira nesta entrevista cedida gentilmente ao K Romances.

K Romances – O que despertou em você o interesse em se tornar uma escritora? Qual foi o seu primeiro trabalho como escritora? De onde veio a inspiração para a criação do livro o Último Baile do Império? Conte-nos como foi sua iniciação no mercado literário.

Aline - Me tornar uma escritora foi uma conseqüência de várias coisas que me provaram que escrever é uma vocação inescapável... Hum, em primeiro lugar o estímulo sem fôlego com que minha mãe incitava minha imaginação com histórias que ela criava, recontava do seu tempo de criança ou lia para mim, desde sempre. Depois, ver meu pai bater petições e as páginas de seu livro primeiro e único livro, acendia na menina o desejo de fazer igual. Ela percebeu que as história que imaginava podiam ser registradas, embora ainda não soubesse escrever. Sentava-me à mesa, fralda de pano no pescoço (minha gravatinha para compor a indumentária como a dele), óculos pequeninos de plástico rosa na ponta do nariz (como ele) e “datilografava” em meu pianinho de brinquedo tudo que minha imaginação dava conta.

Com sete anos, despretensiosamente enquanto minha mãe fazia enfeites de natal, eu escrevi uma história dividindo-a em várias folhas, ilustrei cada uma delas e implorava para que minha mãe unisse-as para que ficassem como “os da escola”. Surpreendida e coruja, ela fez uma capa para o dito com papel de presente verde e mandou eu mostrar para professora! Chamava-se A Princesa Pobre, lembro-me dessas coisas como fossem agora. A professora, que se chama Marli e espero que esteja muito bem em algum lugar de São José dos Campos, gostou tanto que nunca mais me devolveu... rsrsr Quando tinha nove anos encontrei perdido pela casa um volume de Cora Coralina, Poemas dos Becos de Goiás e Histórias Mais, dado ao meu pai pela própria doceira, quando ele vivia em Anápolis. Devorei-o depressa e até hoje sei de cor algumas daquelas poesias como Todas as Vidas, Antiguidades e Menor Abandonado. Nascia eu então como poeta e soube, nesse tempo, que escrever era tudo que eu queria fazer.

Ao longo do caminho tinha muitas dúvidas. Mas todas as sendas me levavam invariavelmente ao destino da literatura. Aos catorzes anos escrevi meu primeiro romance, uma história de amor adolescente que não terminei até hoje! Com essa idade também li meu primeiro “Erico Verissimo”. Olhai os lírios do Campo e me impressionou tão a fundo que passei a escrever contos curtos de amor... Rsrsr Aos dezessete iniciei a leitura de O Tempo e o Vento, depois de me encantar com um certo Capitão Rodrigo Cambará e sua Bibiana. Em todo esse tempo, escrevi muita poesia, artigos e até mesmo os trabalhos acadêmicos me davam prazer. Aos dezoito anos li meu primeiro Elizabeth Thornton, e me encantei por essa autora e seu modo passional de narrar. Quanto a romances... Se tentava um logo já não me agradava o rumo e acabava por destruí-lo. Aos vinte e dois anos, finalmente consegui ficar satisfeita e concluir meu primeiro romance. Aos vinte dois anos, entusiasmada pelas pesquisas que realizava sobre a arte e história da sociedade cafeeira do Vale do Paraíba para trabalho da faculdade esfumaçou-se em minha mente a idéia para O Último Baile do Império, o primeiro que consegui concluir e me deu, acima de todas as demais experiências literárias que tivera, a certeza de que não importava o que estivesse fazendo, seria escritora também. Não usei nenhum autor como referência, mas tenho certeza que meu “computador” da mente, de um modo não explícito, claro, pincelou ali vivências e leitura que me constituíram ao longo de toda a vida.

K Romances – Você se inspirou em alguém para criar os seus Personagens ou eles são fruto da sua imaginação mesmo?

Aline - Todos são frutos da minha imaginação. Mas não posso garantir que, se avaliado a fundo e psicologicamente, não se encontre ali pessoas que conheci. Até hoje, de certa forma, todos meus protagonistas homens possuem marcantes características do Matheus, meu marido. Quem o conhece pode confirmar...

K Romances - Qual das personagens você mais gosta e se identifica? Por que?

Aline - Do Augusto. Porque ele é a idealização da perfeição, na minha cabeça daquela época. Tudo que ele representa no livro, principalmente salvador acima de tudo da protagonista, me emociona porque, escrevendo agora essa resposta, chego a conclusão que, contrariando o que disse na questão acima, ele é inspirado, sim, em alguém.

K Romances – O que você acha do preconceito que muitos têm com relação aos escritores nacionais? Em sua opinião o que acarreta este tipo de postura de muitos leitores?

Aline - A questão é complexa e remonta de muitas e muitas décadas no passado. Para começo de conversa, só passamos a ter nossa literatura própria, falando em romances, em meados do século XIX, com a publicação de A Moreninha. Foram mais de três séculos de esterilidade... Desde estes primórdios só valorizava-se a cultura estrangeira.

Depois do intento fervoroso de muitos intelectuais e artistas, conseguimos, enfim, estabelecer a representação da nossa cultura.

Mas o incentivo a educação e leitura, até bem pouco tempo atrás era privilégio de poucos, se pensarmos em quinhentos anos de história. O que dizer então sobre o incentivo a escrita com senso de criação e reflexão? Sem falar no período obscuro — mas não estéril — que a cultura se viu submetida nos anos de ditadura e censura que o Brasil enfrentou, que acabou há duas décadas. O cinema estrangeiro e o brilhantismo que a mídia faz ostentar a cultura gringa, desde o tempo que se ia ao Cine ver jornal, também não contribui para deixar vir a tona os grandes talentos que temos perdidos em meio a centenas de originais sequer lidos. Os escritores não sabem mandar originais? A escola, infelizmente não ensinou. Não ensina também agora. Os jovens precisam passar no vestibular da federal!!! Falta patriotismo afetivo para com o país, porque aquele que se tem só em época de Copa do mundo pouco ou nada contribui, senão para os esportistas. E acho que esse é o principal... Faltam os escritores olharem para o que está a sua volta agora, para sua história e próprios mitos — não falo só de mitologia indígena, que aliás admiro muito — com um olhar apaixonado e encantado como o que olha para as obras de autores consagrados de seus países. Os impostos, as taxas, os custos freiam os talentos. Na Rússia eu poderia vender meu livro a oito reais.. O que dizer do preço da literatura por aqui? Como eu disse, a questão é complicadíssima e vou parar por aqui, porque percebo que me excedi!

K Romances – Você tem algum projeto em vista? Qual? Fale um pouco sobre ele.

Aline - Tenho. Outro romance histórico. Um livro que narra não somente o amor de um casal, mas o estereótipo de uma época apaixonada por ideais e guerras, cultura e mutações políticas e comportamentais de uma sociedade fechada e preconceituosa. O livro não fala de um único casal, embora haja um principal. O enredo entrelaça misteriosamente laços de sangue, relações de posição e afeto nos vários casais e outras vidas que estão no teatro de operações de um tempo sedento por liberdade e identidade própria. Apesar dos cento e tantos anos decorridos desde então, creio que o país passa e patina na mesma situação. Um projeto que, espero, eu possa ter superado tudo que, creio, deixei lacunas no primeiro. Fora esse, estou escrevendo uma saga contemporânea que conta o rumo das vidas de todos os membros de uma família Paranaense e, até mesmo, pessoas que de alguma forma, se ligam a essa família singular que, ao que parece, encantou a maioria dos meus leitores.

K Romances - Atualmente muitos blogs estão divulgando obras nacionais através de resenhas, campanhas, entrevistas e sorteios. O que você acha desta iniciativa? Você costuma visitar este tipo de blog? Tem algum preferido?

Aline - A iniciativa é maravilhosa. Assim, está se criando como que um movimento de cultura e entretenimento na internet que incentiva as pessoas a lerem, os interessados a conhecerem de perto o trabalho dos escritores. Além de divulgar o trabalho dos novos autores, deixa o leitor informado e empolgado com a expectativa da próxima história sugerida. Meu blog preferido é principalmente aquele que promove autores nacionais, por que o Brasil é cheio de beleza, poesia, paixão... Não é apenas Rio de Janeiro e São Paulo, como infelizmente a teledramaturgia deixa transparecer, de um modo geral. O Brasil é uma infinidade de vidas e modos de viver essas vidas.

K Romances - Temos hoje, no Brasil, grandes talentos literários que não têm oportunidade ou condições de publicar suas obras. Que conselho você dá a estas pessoas que estão em busca de espaço no mercado literário?

Aline - Que mande seus originais para as editoras. Foi rejeitado? Enfie a cara e tente de todas as formas, sob demanda, gráficas, corra atrás, dê pulos, incomode parentes, profissionais do terceiro setor, do ensino público superior, participe de propostas culturais governamentais ou de ONGs. E se lembre que a internet, se usada para o bem, é fonte inesgotável de inspiração, oportunidades e acasos que unem pessoas com interesses em comum que podem culminar em lindas amizades.

K Romances – Para encerrar nossa entrevista, vamos fazer um ping-pong para conhecê-la melhor, tudo bem?

Estilo... Caseira

Um Lugar... O Sul

Amor... Matheus

Sorte... Não conte com ela.

Sonho... Sempre a estabilidade emocional.

Inspiração... Todos os modos que as pessoas vivem.

Um Filme... Diário de Uma Paixão e O Pianista (perdão, não dava para escolher um só)

Uma Música... Noturno, Chopin

Ídolo... Meu Criador

Algo ruim... Ansiedade

Saudade... Eternamente de minha mãe.

Uma Palavra... Amor fraternal

Uma Frase... Quando te fecham uma porta o Senhor vê, tenha fé e uma janela enorme de folhas duplas se abrirá diante de você.

Muito Obrigada Aline por ter gentilmente nos cedido esta entrevista. Parabéns pelo seu trabalho.

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Conheça os Personagens Mais Ricos da Ficção Eleitos pela Revista Forbes

A revista Forbes faz todos os anos uma lista dos mais ricos do planeta. O que pouca gente sabe é que por tradição da revista também costuma eleger os 15 personagens mais ricos da ficção. A edição de 2010 possui seis novos personagens, que surgiram recentemente.

O topo da lista é preenchido pelo Dr. Carlisle Cullen, o vampiro-pai da saga “Crepúsculo”, superando o Tio Patinhas, que liderou a lista por anos.

Cullen acumulou ao longo de seus 370 anos de existência uma fortuna de US$ 34,1 bilhões, a maioria deles ganhos por meio de investimentos previstos nas visões da vampira Alice, sua filha adotiva.

Veja a lista dos 15 personagens mais ricos:

01 - Carlisle Cullen – “Saga Crepúsculo” – US$ 34.1 bilhões
02 - Tio Patinhas – Disney – US$ 33.5 bilhões
03 - Riquinho Rico – “Riquinho” – US$ 11.5 bilhões
04 - Tony Stark – “Homem de Ferro” -US$ 8.8 bilhões
05 - Jed Clampett – “A Família Buscapé” – US$ 7.2 bilhões
06 - Adrian “Ozymandias” Veidt -  “Watchmen” – US$ 7 bilhões
07 - Bruce Wayne - “Batman” – US$ 6.5 bilhões
08 - A Fada do Dente – US$ 3.9 bilhões
09 - Thurston Howell III – “A Ilha dos Birutas” – US$ 2.1 bilhões
10 - Sir Topham Hatt – “Thomas e Seus Amigos” – US$ 2 bilhões
11 - Artemis Fowl II – série de livros “Artemis Fowl” – US$ 1.9 bilhões
12 - C. Montgomery Burns – “Os Simpsons” – US$ 1.3 bilhões
13 - Charles “Chuck” Bartholomew Bass – “Gossip Girl” – US$ 1.1 bilhão
14 - Jay Gatsby – “O Grande Gatsby” – US$ 1 bilhão
15 - Lucille Bluth – “Arrasted Development” – US$ 950 milhões

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Conheça – Janey Cutler

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O programa Britain´s Got Talent revela mais um grande taleto!

Depois de Susan Boyle é a vez de Janey Cutler uma senhora de 80 anos.

Assim como Susan, ninguém dava nada por ela, até ela começar a cantar e deixar todos de boca aberta.

Todos riram quando ela entrou sendo amparada por um dos apresentadores, a cara do Simon, era e lá vem mais um fiasco, portanto, ninguém esperava absolutamente nada vindo daqueles   80 anos. E eis que começa a música, "No Regrets" (a versão inglesa de "Je Ne Regrette Rien", de Edith Piaf), deixando as  mais de mil pessoas incrédulas inclusive o Simon!

Eu Simplesmente adoro quando algo assim acontece, mostrando que de onde menos esperamos é que existem as melhores coisas, e que não devemos pré julgar as pessoas.

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Para assistir a apresentaçã completa acesse o vídeo AQUI

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Conheça – Laura Elias

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Conheça um pouco mais desta talentosíssima autora brasileira nesta entrevista cedida gentilmente ao K Romances.

K Romaces - O que levou você a se envolver com o mundo da literatura?
Laura - Sabe que eu não sei? Muitas vezes me pergunto isso. As coisas foram acontecendo e quando dei por mim estava escrevendo para uma editora. Sempre li muito, muito, muito. Antes de aprender a ler eu já passava horas com os livros no colo, imaginando as histórias e vendo as figuras. Imagino que minha mãe devia adorar isso, pq assim eu ficava quieta..rs.
Quando aprendi a ler, comecei a escrever algumas coisas, poesias, pensamentos, etc. Aos quatorze fiz meu primeiro livro. Daí passei por uma fase de contos e cronicas e depois acabei largando tudo pra fazer faculdade, trabalhar. Daí casei, fui cuidar de filhos, aquelas coisas...rs.
Mas eu acho que quando você nasceu para alguma coisa, esta "coisa" não larga do seu pé. E eu, definitivamente, nasci para escrever.


K Romaces - Leio muitos autores nacionais e quando indico os livros, as pessoas sempre parecem desconfiadas e me perguntam se o livro "é bom mesmo". Por que você acha que existe este preconceito?
Laura - Você tocou em um ponto chave. Todos os autores brasileiros, famosos ou não, batalham por espaço sempre. O preconceito é histórico, sobra do Brasil colônia que importava tudo de Portugal. Incrivel, mas a mentalidade de que só o que vem de fora é bom ficou no inconsciente coletivo do brasileiro. Por outro lado as editoras não ajudam. Ninguém quer arriscar, investir, promover. Querem o lucro certo. Junte a isso aos custos de produção de um livro, ao baixo volume de vendas e você tem uma equação dificil de resolver. Só quem pode dar espaço ao autor brasileiro é o publico leitor. O público é quem pressiona as editoras, entende?

K Romaces - Como foi seu início como escritora? Qual foi seu primeiro livro?
Laura - Profissionalmente a coisa aconteceu muito naturalmente. Jamais pensei que fosse virar escritora.
Eu havia saído do emprego (na época trabalhava com Comércio Exterior) por problemas de saúde em família e estava ficando louca em casa, sem nada pra fazer. Aí vi em um forum da internet que a Revista UFO estava selecionando tradutores voluntários. Como eu curtia o assundo, me inscrevi e depois de alguns meses virei articulista da revista. Isso foi em 2002. Em 2005 fui indicada pelo editor da UFO à Mythos. Na ápoca eles estavam selecioanndo escritores para uma nova linha que queriam lançar: os romances de banca. Fiz um livro de teste - Laços do Passado - fui contratada, o livro foi publicado e aí a coisa rolou.

K Romaces - Quantos livros você escreveu antes do Crepúsculo Vermelho? Fale um pouco da sua obra.
Laura - Crepusculo Vermelho foi meu 33° livro. O 34°, Lua Negra, sai agora em junho e estou escrevendo o 35º, que encerra - acho eu - esta história.
Os livros anteriores foram todos romances com toques sobrenaturais. Eu gosto do assunto e a editora também, então foi uma opção conjunta trabalhar com este universo. Trabalhei assuntos diferentes, locais diferentes, personagens com características diferentes, mas sempre coloco muito de sentimentos e atitudes reais em meus personagens, afinal o leitor tem que entrar na história e não vê-la como algo distante dele. Livro bom é aquele que você discute o comportamento das pessoas, briga com os personagens, enfim, vive a história que está lendo. Eu espero ter conseguido isso e continuar conseguindo.

K Romaces - Por que você escolheu o título Crepúsculo Vermelho? Existe alguma ligação com a obra de Stephenie Meyer? De onde veio a inspiração para o livro?
Laura - Não escolhi...rs. Eu queria outro título. Crepúsculo Vermelho foi opção da editora, assim como Lua Negra. Eu queria Os Reis Vermelhos para o primeiro e Estrela Negra para o segundo.
O que aconteceu foi que devido ao grande sucesso dos livros sobre vampiros, a Mythos me procurou e me propôs o projeto. Em um primeiro momento não me entusiasmei, até porque não gostei tanto assim da saga Crepusculo. Quando decidi aceitar a proposta, passei semanas enrolando sem escrever nada, porque queria escrever uma coisa diferente, entende? Dar uma variada no assunto. A primeira idéia foi o gancho com a música e daí veio a coisa de criar uma banda, de misturar rock'n'roll com vampiros. Também quis despir o livro de superstições e creendices, tornando o assunto atual, inserido na realidade e no pensamento moderno. A fórmula deu super certo, o livro está vendendo bem e sendo bastante comentado, graças a Deus.

K Romaces - Qual sua opinião sobre a obra da autora Stephenie Meyer?
Laura - Não conheço toda a obra dela, li apenas a saga Crepúsculo por questões profissionais óbvias. Não queria fazer um livro igual, então li e procurei me afastar dela o máximo possível. Do que eu li, eu diria que ela escreve muito bem, mas eu particularmente não gostei da história. Amei o Jake Black de paixão, mas achei o Edward e a Bella muito chatos. Mas isso é questão de identificação mesmo, nada a ver com a história em si. Stephenie é uma excelente escritora, sem dúvidas.

K Romaces - Quais são seu próximos projetos? Fale um pouco sobre eles.
Laura - No momento eu estou terminando o terceiro livro da série e em paralelo começando um projeto para divulgar autores brasileiros na internet. Infelizmente não está me sobrando muito tempo para isso, mas é algo que eu quero muito fazer. Eu fiz um blog chamado Letras Brasileiras onde qualquer pessoa que tenha escrito um livro editado em e-book ou papel pode participar, é só entrar em contato comigo. Pretendo fazer uma grande vitrine de autores, entende? Assim, quando a pessoa for "googada", ela terá mais uma referência on-line, e isto, de um tempo para cá, é aceito como referência literária.
Já os livros, terminando este, vou dar uma descansada e daí partir para um novo projeto um pouco diferente, mas ainda passeando no universo fantástico.

K Romaces - Atualmente muitos blogs estão divulgando obras nacionais através de resenhas, campanhas, entrevistas e sorteios. O que você acha desta iniciativa? Cite alguns blogs que você mais gosta.
Laura - Acho a iniciativa simplesmente fantástica! Já fiz várias parcerias e continuo aberta a elas, só vejo vantagens neste tipo de acordo. É interessante para o blog, para os seguidores, para o autor e para a editora. É o tipo de coisa onde todo mundo ganha.
Como sou uma ignorante do mundo blogueiro, quem me deu a dica foi a Ana Tonks do Romances Pink. A partir daí fiz várias parcerias, os blogs começaram a me procurar e a coisa vem rolando muito bem.
Quanto aos blogs que gosto, vou confessar uma coisa horrivel: não tenho o tempo que gostaria para explorar melhor os blogs que curto. Minha vida ultimamente anda muito louca, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Ainda assim, todos os blogs com quem fiz parceria eu curto. Antes de aceitar a parceria eu conheço o blog, dou uma boa lida nele, vejo o perfil e tudo mais. Até agora adorei todos. E alguns, como o seu, tem o diferencial do player, da entrevista e tudo mais. Eu amei a playlist, Karina, amei!
Não dá para dizer prefiro este ou aquele, eu prefiro todos, pode ser?
Também curto blogs de física, astronomia, biologia, e por aí a fora.

K Romaces - Temos hoje, no Brasil, grandes talentos literários que não têm oportunidade ou condições de publicar suas obras. Que conselho você dá a estas pessoas que estão em busca de espaço no mercado literário?
Laura - Acho temeroso dar conselhos, mas acredito muito no universo virtual, na força que os internautas têm. Então, se a pessoa não está conseguindo entrar numa editora, o E-book, blogs, sites são uma excelente ferramenta. Muitos são gratuitos e só requerem boa vontade e tempo. Faça contatos, papeie com os outros, mostre seu livro e vá em frente. Eu acredito muito que o universo ajuda quem se ajuda.

Para encerrar nossa entrevista, vamos fazer um ping-pong para conhecê-la melhor, tudo bem?

Estilo: O meu.
Um lugar: Serra da Mantiqueira. Amo!
Amor: sempre e por tudo. Especial pelos filhos e namorido.
Paixão: Livros e músicas, não vivo sem estes dois.
Sorte: Existe, se você acreditar nela.
Inspiração: A vida.
Um filme: Pleasant Ville, Shakespeare Apaixonado, Matrix (só o primeiro) - foram três, né?
Uma música: Time do Pink Floyd e Don't Worry, Be Happy do Bob McFerrin
Idolo: Elvis Presley

Visite e siga as redes sociais desta grande autora!

Blogs:

http://www.lauraelias.blogspot.com/

http://crepusculo-vermelho.blogspot.com/

http://www.lauraelias.com.br/index.html

Comunidade no orkut:

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=40559679

Skoob:

http://www.skoob.com.br/usuario/mostrar/54924

Facebook:

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Adquira o seu exemplar de Crepúsculo Vermelho no Site abaixo

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Conheça! - Lançamentos da Ray Cosméticos

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Conheça! - L'essenze Perfumes e Cosméticos



Hoje Vim convidar vocês para conhecer a marca L'essenze Perfumes e Cosméticos.

Recentemente o K Romances passou a ser parceiro da L’essenze – Perfumes e Cosméticos, e por conta desta parceria eles me enviaram algumas amostras dos seus produtos maravilhosos. Gostei tanto dos produtos que vou deixar aqui a indicação deles para os queridos seguidores do K Romances.

Perfumes:
O que dizer dos perfumes? MARAVILHOSOS! Com fragrâncias inspirados nos grandes perfumes importados, possuem um excelente fixador e podem ser encontrados em fragrâncias femininas e masculinas, conheça todas os perfumes visitando o site da L’essenze.

Hidratantes:
Seguindo a mesma linha dos perfumes, os hidratantes também são inspirados nos grandes perfumes importados, e assim como os perfumes, possuem um excelente fixador, deixando a gente, cheirosa por muito mais tempo. E Além disto ainda deixa a pele macia e possui propriedades que retardam o envelhecimento. Para saber mais sobre a linha de Hidratantes L’essenze visite o Site.

Lápis:
Com uma grande variedade de cores, os lápis para olhos e boca da L’essenze são super macios, fáceis de aplicar e tem uma ótima durabilidade. Para conhecer mais sobre os lápis L’essenze e suas cores, visitem o site.

Gente tenho certeza que vocês vão adorar os perfumes e produtos da L’essenze, eu usei e aprovei!
Visitem o site da L'essenze e conheça toda a linha de produtos. Para acessar o site clique no banner abaixo.


E Fiquem atentos que em breve o K Romances irá lançar uma promoção em parceria com a L’essenze, cujo premio, o vencedor irá escolher qual dentre a grande variedade de perfumes ele quer ganhar!
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Entrevista de Nazareth Fonseca para a Revista Marie Claire.



Conheça mais um pouco sobre esta autora brasileira, que vem nos conquistando muitos leitores com seus beijos mordidos na serie Alma e Sangue.

Leia a entrevista na integra clicando na imagem Abaixo.


Atualmente a serie conta com três livros

O Despertar dos Vampiros
O Império dos Vampiros
Kara & Kmam
Adiquira os Livros AQUI.

Participe do Sorteio do Livro Kara & Kmam Aqui no K Romances!
Clique na imagem abaixo para participar.



Últimos dias para as inscrições!!!
Você não vai querer perder esta oportunidade de ganhar um exemplar deste livro MARAVILHOSO!
Boa Sorte!!!
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Conheça! - Julian Beever



Julian Beever é um artista inglês famoso por produzir um tipo de arte denominada chalk art que já foi apresentada em calçadas de diversos países, como Inglaterra, França, Alemanha, Estados Unidos, Austrália e Bélgica.

Suas imagens são pintadas na calçada de tal forma que apresentam uma aparência tridimensional quando vistas de um ângulo apropriado. Veja A mesma imagem em dois Ângulos.


Esta é uma de suas obras vista pelo ângulo certo.


Esta é a mesma obra vista por outro ângulo.



Assistam a dois vídeos com varias de suas obras:



Assistam um vídeo dele criando uma de suas obras:




Isto é o Que Acontece quando se junta Técnica, Talento e Criatividade:
UMA GRANDE OBRA DE ARTE!!!
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